03-09-2010 19:56

Cronologia breve

1920

Nasce a 10 de dezembro em Tchetchelnik, na Ucrânia. Clarice recebe o nome de batismo de Haia (Vida), filha de Mania e Pinkhas Lispector.

1922

Março: chegada em Maceió da família Lispector, composta por: Pinkhas (37 anos), Mania (31 anos), Leia (9 anos), Tania (6 anos) e Haia (1 ano). Durante a permanência na capital alagoana, seus nomes são abrasileirados para Pedro (Pinkas), Marieta (Mania), Elisa (Leia) e Clarice (Haia) — somente Tania conserva o nome original. São recebidos por Zaina, irmã de Mania e seu marido, José Rabin, que viabilizaram a vinda deles para o Brasil e os hospedaram nos primeiros tempos

1925

A família Lispector se transfere para a cidade do Recife.

1928

Clarice passa a freqüentar o Grupo Escolar João Barbalho.

1930

Morte da mãe, Marieta, que sofria de paralisia. Nesta época, Clarice estuda no Collegio Hebreo-Idisch-Brasileiro e escreve sua primeira peça de teatro, Pobre menina rica, assim como outros textos curtos que tenta publicar sem sucesso na imprensa recifense.

1932

Ingressa no tradicional Ginásio Pernambucano.

1935

Mudança para a cidade do Rio de Janeiro, então Capital Federal, onde passa a estudar no Colégio Sílvio Leite, no bairro da Tijuca, onde reside.

1938

Ingressa no Curso Complementar do Colégio Andrews, em Botafogo, e começa a trabalhar como professora particular de português e matemática.

 

1939

Ingressa na Faculdade Nacional de Direito, depois de passar em quarto lugar no vestibular, e passa a trabalhar como secretária de um escritório de advocacia.

1940

Publica, no dia 25 de maio, o primeiro trabalho de ficção, o conto Triunfo, no semanário Pan, de Tasso da Silveira. Em 26 de agosto, morte do pai de Clarice. Ela passa a residir no bairro do Catete com a irmã Tania Kaufmann, já casada. Começa a trabalhar como redatora e repórter na Agência Nacional, do Departamento de Imprensa e Propaganda.

1942

Em fevereiro, começa a trabalhar como repórter no jornal A Noite.

1943

Naturaliza-se brasileira em 12 de janeiro.
Em 23 de janeiro, casa-se com Maury Gurgel Valente, seu colega na faculdade de Direito, que em 1940 havia realizado o concurso do Instituto Rio Branco e ingressado na carreira diplomática. Publicação de seu primeiro livro, Perto do coração selvagem

1944

De 20 de janeiro a 13 de julho, o jovem casal passa uma temporada em Belém, Pará, onde Maury atua como elemento de ligação entre as autoridades estrangeiras ali sediadas durante a Segunda Guerra Mundial.
Embarca no dia 19 de julho, para Nápoles, Itália, onde Maury assume o primeiro posto no exterior. Em virtude do conflito, Clarice só chegaria à Itália em agosto, após escalas em Portugal e no norte da África.
Perto do coração selvagem recebe o prêmio Graça Aranha de melhor romance de 1943.

1946

De 18 de janeiro a 21 de março, passa temporada no Rio de Janeiro, quando aproveita para lançar seu segundo livro, O Lustre.
Em 15 de abril, o casal Gurgel Valente instala-se em Berna, na Suíça.

1948

Nasce no dia 10 de setembro, em Berna, o primeiro filho, Pedro.

1949

O casal Gurgel Valente deixa Berna e passa uma temporada no Brasil, durante a qual Clarice aproveita para lançar seu terceiro livro, A cidade sitiada.

1951/1950

Passa seis meses na cidade inglesa de Torquay, onde Maury participa da III Conferência Geral de Comércio e Tarifas.

1952

Assume a página Entre Mulheres do jornal Comício, sob o pseudônimo de Tereza Quadros.
Publica o primeiro livro de contos, Alguns Contos, pelo Ministério de Educação e Saúde. Em setembro, instala-se com a família em Washington, onde Clarice torna-se grande amiga do casal Mafalda e Érico Veríssimo, que viriam a ser mais tarde padrinhos de seus dois filhos.

1953

Nasce no dia 10 de fevereiro, na capital norte-americana, o segundo filho do casal, Paulo.

1954

Temporada de férias no Rio de Janeiro, de 15 de junho a 15 de setembro.
Sai a edição francesa de Perto do coração selvagem, pela editora Plon.

1959

Separa-se de Maury Gurgel Valente e regressa à cidade do Rio de Janeiro, passando a morar no bairro do Leme, no Rio de Janeiro. Assume a coluna Correio feminino - Feira de Utilidades, no jornal carioca Correio da Manhã, sob o pseudônimo de Helen Palmer.
Publica ainda uma série de contos na revista Senhor.

1960

Publica seu segundo livro de contos, Laços de Família.
Torna-se responsável pela coluna Só para mulheres, do Diário da noite, na qualidade de ghost writer da atriz Ilka Soares.

1961

Publicação do quarto romance, A maçã no escuro.
Recebe o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, por Laços de família.

1962

Recebe o prêmio Carmen Dolores Barbosa de melhor livro pelo romance A maçã no escuro.

1963

Profere, no XI Congresso Bienal do Instituto Internacional de Literatura Ibero-Americana promovido pela Universidade do Texas, em Austin, a conferência Literatura de vanguarda no Brasil.

1964

Publicação do terceiro livro de contos, A Legião Estrangeira, e do quinto romance, A paixão segundo G.H.

1965

O romance Perto do coração selvagem é encenado por Fauzi Arap no Teatro Maison de France, com interpretação de Glauce Rocha e José Wilker.

1966

Sobrevive a um incêndio em seu quarto que a deixa três dias entre a vida e a morte e quase provoca a amputação de sua mão direita, fortemente queimada.

1967

Torna-se cronista do Jornal do Brasil em agosto. Publica seu primeiro livro infantil, O mistério do coelho pensante.

1968

Publicação do segundo livro infantil, A mulher que matou os peixes.
Inicia, em março, uma série de entrevistas para a revista Manchete, sob o título Diálogos possíveis com Clarice Lispector.
Recebe a Ordem do Calunga, concedida pela Campanha Nacional da Criança, pelo livro O mistério do coelho pensante.
Engajamento político: em crônica publicada em 6 de abril, declara-se chocada com a morte do estudante Edson Luís. Em 2 de junho, integra o grupo de 300 intelectuais que se dirige ao Palácio Guanabara para cobrar do governador Negrão de Lima uma postura mais democrática. Em 26 de junho, participa, na linha de frente composta por intelectuais e artistas, da Passeata dos Cem Mil contra a ditadura militar.  Leia aqui artigo do crítico literário Silviano Santiago sobre a política na obra de Clarice Lispector.

1969

Publicação do sexto romance, Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres, premiado com o Golfinho de Ouro do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. 

                                                                                         1971

Publicação do quarto livro de contos, Felicidade clandestina.

1973

Publicação do quinto romance, Água viva, e do sexto livro de contos, A imitação da rosa.
Deixa de colaborar com o Jornal do Brasil em dezembro.

1974

Publicação do sétimo e do oitavo livro de contos, A via crucis do corpo e Onde estivestes de noite, assim como do terceiro livro infantil, A vida íntima de Laura.
Participa, em agosto, Participa do IV Congresso da Nova Narrativa Hispanoamericana, em Cali, na Colômbia.
Passa a se dedicar intensamente à tradução, vertendo para o português obras de autores de estilos tão diversos quanto Ibsen, Garcia Lorca, Jack London, Julio Verne, Bella Chagall, Henry Fielding, Agatha Christie, Pascal Lainé e Edgar Allan Poe.

1975

Publicação da coletânea de crônicas Visão do esplendor — Impressões leves.
Publicação do livro de entrevistas De corpo inteiro.
Participa do 1º Congresso Mundial de Bruxaria, em Bogotá, Colômbia, proferindo a conferência Literatura e Magia.
Passa a se dedicar também à pintura.

1976

Participa, em abril, da II Exposição-Feira Internacional do Autor ao Leitor, em Buenos Aires, Argentina. Neste mesmo mês, recebe o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal pelo conjunto de sua obra.
Grava, no dia 20 de outubro, um depoimento sobre sua vida e obra para o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, tendo como entrevistadores Affonso Romano de Sant’Anna, Maria Colasanti e João Salgueiro, diretor do MIS.
Em dezembro, é contratada pela revista Fatos & Fotos para fazer uma série de entrevistas nos moldes daquelas que efetuara para a revista Manchete, atividade que manteria até outubro do ano seguinte.

1977

Em fevereiro, é contratada pelo jornal Última Hora para assinar uma crônica semanal. Nesse mesmo mês, Clarice concede entrevista a Júlio Lerner, da TV Cultura de São Paulo, que só seria veiculada no dia 28 de dezembro.
Publicação, em outubro, de seu último livro, a novela A hora da estrela.
Em 9 de dezembro, morre de câncer, às vésperas de completar 57 anos, sendo sepultada no Cemitério Comunal Israelita do Caju. Leia aqui o artigo Réquiem para Clarice, de Tristão de Athayde, publicado logo após a morte da escritora. 
Ainda em dezembro, seu filho, Paulo doa uma série de documentos manuscritos e datilografadas — incluindo a correspondência pessoal da autora —, à Fundação Casa de Rui Barbosa.

1978

Publicação do romance Um sopro de vida, do infantilQuase de verdade e da coletânea de crônicas Para não esquecer.
A hora da estrela ganha o prêmio Jabuti de melhor romance.
O conto Feliz aniversário é levado ao ar pela Rede Globo de Televisão, com roteiro de Antônio Carlos Fontoura, direção de Paulo José e interpretação de Iracema de Alencar.

1979

Publicação de A bela e a fera.
O romance Um sopro de vida é encenado por José Possi Neto no Teatro Ruth Escobar, com interpretação de Marilena Ansaldi.

 

 

1983

La passion selon G.H., com leitura de Anouk Aimée, é lançado em áudio em Paris, pela Éditions des Femmes.

1984

Publicação de A descoberta do mundo, reunindo as crônicas que Clarice escreveu para o Jornal do Brasil.
O romance A hora da estrela serve de base para o show de Maria Bethânia no Canecão, com direção de Naun Alves de Souza.

1985

A diretora e roteirista Suzana Amaral leva às telas A hora da estrela, com Marcélia Cartaxo e José Dumont, filme consagrado até hoje como o mais premiado em toda a história do Festival de Cinema de Brasília. No ano seguinte, a estreante Marcélia Cartaxo recebe o prestigioso Urso de Prata do Festival de Berlim. Assista aqui ao trailler do filme.

1987

Publicação de Como nasceram as estrelas (infantil).

1989

O romance A paixão segundo G.H. é encenado por Cibele Forjaz no Museu de Arte Contemporânea da USP, com interpretação de Marilena Ansaldi

1991

O corpo, inspirado no conto de mesmo título, é levado ao cinema com direção de José Antonio Garcia e interpretação de Antonio Fagundes,

1992

A pecadora queimada e os anjos harmoniosos, única peça de teatro escrita por Clarice, é encenada por José Antonio Garcia no Festival de Teatro do SESC, com interpretação de Sérgio Mamberti.
A exposição A paixão segundo Clarice Lispector, com curadoria de Lícia Manzo e montagem de Gisela Magalhães, é apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro.

 

1994

O livro infantil A mulher que matou os peixes é encenado por Adriane Azenha no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, com interpretação de Zezé Polessa.
O episódio Chamada final, baseado no conto A língua do p., dirigido por Ana Maria Magalhães, com interpretação de Claudia Ohana e Guilherme Leme, integra a produção multinacional de média-metragem Érotique.

 

1995

O curta-metragem Ruído de passos, inspirado em obra de Clarice Lispector, é dirigido por Denise Tavares Gonçalves, com interpretação de Renée Gumiel, que seria contemplada com o prêmio de Melhor Atriz do 24º Festival de Gramado no ano seguinte.

1998

Em setembro, a Rocco relança toda a obra da escritora (inclusive os textos infantis e infanto-juvenis), em um projeto especial que incluiu padronização gráfica e rigorosa revisão dos textos, baseada na primeira edição de cada livro.
Que mistérios tem Clarice?, inspirada em sua obra, é encenada por Arthur Nunes no Teatro do Museu da República, com interpretação de Rita Elmôr.
Clarice — coração selvagem, inspirada em sua obra, é encenada por Maria Lucya de Lima na Casa da Gávea, com interpretação de Aracy Balabanian.
Clarice Lispector, seleção de contos efetuada por Paulinho Lima é lançada em áudio pela Luz da Cidade, com interpretação de Aracy Balabanian.
O curta-metragem Clandestina Felicidade, focalizando a infância de Clarice no Recife e dirigido por Beto Normal e Marcelo Gomes, é lançado no 26º Festival de Gramado, conquistando o Prêmio da Crítica e o de Melhor Atriz, para Luisa Phebo.

2000

Doze lendas brasileiras e A mulher que matou ou peixes são lançados em áudio pela Luz da Cidade, com idealização e produção de Paulinho Lima.

O curta-metragem Macabéia, baseado em A hora da estrela, é dirigido por Erly Vieira e interpretado por Lizandro Nunes e Virgínia Jorge.

2001

O romance A hora da estrela é encenado por Marcos Vinicius Faustini no Auditório Lina Bo Bardi do MASP, com interpretação de Marcélia Cartaxo.

2002

Publicação de Correspondências, reunindo as cartas trocadas por Clarice com familiares e amigos.

A coletânea A descoberta do mundo é lançada em áudio pela Luz da Cidade, com interpretação de Aracy Balabanian.

2003

O romance A hora da estrela é levado ao ar pela Rede Globo de Televisão, com direção de Jorge Furtado, Guel Arraes e Regina Casé e interpretação de Regina Casé, Ana Paula Bouzas e Wagner Moura.

O curta-metragem O ovo, baseado no conto O ovo e a galinha e adaptado por Luiz Carlos Lacerda, é dirigido por Nicole Algranti, com narração de Maria Bethânia.


2004

Publicação do número dedicado a Clarice Lispector dos Cadernos de Literatura Brasileira, do Instituto Moreira Salles, sob a coordenação de Antonio Fernando de Franceschi.

Publicação de Aprendendo a viver — organizado por Pedro Karp Vasquez.


2005

Publicação de Outros escritos, organizado pelas professoras Teresa Montero e Lícia Manzo.

Publicação de Aprendendo a viver: imagens, organizado por Teresa Montero e Luiz Ferreira.

Lançamento do DVD Documentário Especial: Clarice Lispector, com apresentação de Gastão Moreira e comentários da escritora Nádia Gotlib.

Leia aqui a crônica sentimental "Clarice", de Luis Fernando Veríssimo, sobre seu fascínio adolescente ao conhecer a escritora.

2006

Publicação de Correio feminino, organizado pela professora Aparecida Maria Nunes, focalizando a primeira fase do trabalho jornalístico de Clarice, iniciada em 1940.


2007

Publicação de Minhas queridas, uma compilação das cartas enviadas por Clarice para suas irmãs, durante os primeiros anos de seu casamento, entre 1944 e 1959, morando no exterior – obra essencial para descerrar a enigmática cortina sobre a mulher e a autora.

Publicação da irrepreensível adaptação de Clarice Lispector para o clássico A ilha misteriosa, do francês Júlio Verne – lançamento da Rocco Jovens Leitores.

Publicação da coletânea Clarice Lispector – Entrevistas. Leia aqui uma dessas entrevistas, com a escritora Lygia Fagundes Telles – um bate-papo descontraído entre duas amigas e grandes damas da literatura brasileira.

2007

Inauguração, no dia 23 de abril, da mostra Clarice Lispector: A hora da estrela — com curadoria de Júlia Peregrino e Ferreira Gullar e montagem de Daniela Thomas e Felipe Tassara —, no Museu da Língua Portuguesa, na cidade de São Paulo.

Leia aqui o artigo “Clarice no deserto”, por José Castello, sobre o legado da escritora, 30 anos após sua morte.


2008

Chega às livrarias de todo país, em dezembro, uma nova edição de A descoberta do mundo, coletânea de crônicas que Clarice Lispector escreveu para o Jornal do Brasil, cuja primeira publicação em livro completa 25 anos em 2009. O título dá início à reedição da obra da autora com novo projeto gráfico de capa, em homenagem aos dez anos que Clarice completa na Rocco em 2009.

A Companhia Movimento Carioca de Teatro apresenta, no Rio de Janeiro, Um sopro de vida, adaptação teatral do romance homônimo de Clarice Lispector. No elenco, Miriam Freeland e Roberto Bomtempo, que também assina, junto com Daniel Dias da Silva, a direção do espetáculo.

Publicação de Só para mulheres, coletânea com mais de 290 textos inéditos de Clarice, escritos nas décadas de 1950 e 1960, para colunas femininas de jornais cariocas.

Edição, em dezembro, pela Editora Rocco, de A hora da estrela em áudio-livro, com dedicatória narrada por Maria Bethânia e o texto integral lido por Pedro Paulo Rangel. 2009

Chega às livrarias de todo país, no final de novembro deste ano, a coletânea Clarice na cabeceira, uma seleção afetiva de contos de Clarice Lispector apresentados por 22 personalidades do cenário cultural, todos fãs incondicionais da autora.

Perto do coração selvagem, romance de estreia de Clarice Lispector, é reeditado com novo projeto gráfico de capa em setembro.

Em setembro, a coletânea de contos A via crucis do corpo é reeditada com novo projeto gráfico de capa.

A coletânea de contos A bela e a fera é a oitava obra da autora a ser reeditada com novo projeto gráfico de capa.

No dia 9 de setembro, o Instituto Moreira Salles abre suas portas para a mostra “Clarice pintora”, que expõe manuscritos e telas em guache pintadas nos anos 1970 pela autora.

Estreia no dia 10 de julho “Simplesmente eu. Clarice Lispector”, peça sobre a vida e a obra da renomada escritora, com a atriz Beth Goulart.

Reedição, em julho, do romance Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, com novo projeto gráfico de capa.

O romance Água viva ganha novo projeto gráfico de capa em sua reedição em julho.

Em junho, a coletânea de contos Laços de família é reeditada com novo projeto gráfico de capa.

A coletânea de contos Felicidade clandestina é a quarta da obra da autora a ser reeditada com novo projeto gráfico de capa.

O romance A paixão segundo G.H. ganha novo projeto gráfico de capa em sua reedição em abril.

Reedição, em março, do clássico maior de Clarice Lispector, A hora da estrela, com novo projeto gráfico de capa.


2010

Em março, as obras A cidade sitiada, Para não esquecer, A maçã no escuro e Onde estivestes de Noite chegam às livrarias, fechando o projeto de reedição dos livros da autora pela Editora Rocco.

Um sopro de vida, romance de 1978, é reeditado com novo projeto gráfico de capa em fevereiro.

Em janeiro, o romance O lustre e o livro de contos A legião estrangeira são reeditados com novo projeto gráfico de capa.

 

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Nomes dos Donos: Rodrigo, Nathaly, Dara, Regiane, Daniele, Karinne.

Projeto de Língua Portuguesa de 2010.

O atual dono é o Rodrigo Vieira Dos Santos.


Devido a segurança não será informado, Endereço e Telefone.


 Para você jovem


Sites de outros grupos:

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 (Vinícius)

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(Eddy)


Questionário

Qual dessas alternativas mais se reflete ao livro laços de familia de Clarice Lispector?

Um livro narrativo com varias emoções em decorrer de suas historias . (101)
80%

Um livro q situa-se confluência de paradigmas, a cena de realismo, naturalismo e a do romantismo. (26)
20%

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